domingo, 27 de janeiro de 2019

— O celular do meu pai não está soterrado. Ele pode estar em algum lugar, precisando de ajuda, mas eles não querem essa informação que eu tenho para dar — diz Gisele. Sebastião Santana Loures, o pai de Gisele, tem 58 anos e trabalhava como motorista da Della Volpi, uma das terceirizadas da Vale. A última mensagem que ele trocou por whatsapp com a família foi as 12h19 de sexta-feira. Mas Gisele acredita que ele pode não ter morrido porque o celular toca e recebe mensagens.

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