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HÁ TRÊS ANOS CONSECUTIVOS, PT É O PARTIDO COM MAIOR APOIO POPULAR 



“O PT ajudou o povo a descobrir o seu valor!”. A declaração da Dona Maria Clara da Silva, do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), ilustra o sentimento que milhões de brasileiros têm pelo Partido dos Trabalhadores. Apesar da ininterrupta perseguição midiática e judiciária contra Lula e outros dirigentes, a sigla segue sendo a mais querida do Brasil e o reconhecimento do povo só cresce. Segundo o DataFolha, 24% da população do Brasil tem o PT como partido favorito, de acordo com índice divulgado este mês. Em agosto de 2015, auge da perseguição midiática e judicial, o partido tinha 9% da preferência. Em três anos, o reconhecimento do povo aumentou em 15 pontos percentuais. Já no Ibope, por sua vez, o resultado do levantamento é ainda mais acachapante. 29% dos entrevistados em agosto – quase o triplo da soma de todos as outras siglas que pontuaram – tem o Partido dos Trabalhadores como a agremiação política de “maior preferência ou simpatia”. O crescimento desde agosto de 2015 até este ano foi de 12 pontos, quando o índice registrado era de 17%. Outras siglas como PSDB e MDB apresentaram queda na preferência do eleitor, consequência do suporte que deram ao golpe de 2016. No DataFolha, os tucanos tinham 6% do eleitorado em agosto de 2015. Na pesquisa deste mês, houve queda de 2 pontos e hoje o percentual é de 4%. Os emedebistas, por sua vez, tinham 3% há três anos e chegaram a 4% no levantamento recente. Se no DataFolha a sigla evoluiu 1 ponto percentual, no Ibope a queda foi drástica. Em agosto de 2015, o MDB tinha 5% do eleitorado e o percentual neste mês foi de apenas 2%. O PSDB, por sua vez, estagnou nos mesmos 5% em três anos. Perseguição, manipulação e medo Setores golpistas do Poder Judiciário tentaram e tentam, em conluio com a máquina de moer reputações da grande imprensa, atingir o PT de qualquer forma. Manipulação em debates eleitorais, propagação do medo por meio de fake news, acusações judiciais sem nenhum embasamento, divulgação ilegal de grampos telefônicos, condução coercitiva arbitrária, impeachment sem crime de responsabilidade e por fim uma condenação sem provas por um suposto crime, por um ato indeterminado.


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