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PF apura se mais de um angolano enviou crianças de forma irregular ao exterior pelo Galeão Policiais já sabem que 5 crianças registradas de mães diferentes e mesmo pai deixaram Brasil pelo Rio, como antecipou o G1. Investigadores querem saber se outro angolano também atuou no esquema.
Polícia Federal suspeita do envolvimento de, pelo menos, mais um angolano no esquema de falsificação de documentos e envio de crianças para o exterior. As investigações constataram, até o momento, como o G1 antecipou no domingo (22), que um africano enviou cinco menores, entre 6 e 11 anos, para o exterior. Agora, um outro angolano é investigado por atuar da mesma forma. A porta de saída de todos eles foi a mesma: o Aeroporto Internacional do Galeão. A partir de um depoimento, prestado à Polícia Federal, ao qual a equipe de reportagem teve acesso, é citado o nome de um outro angolano que, de forma semelhante a Lutezo Daniel Lovi, de 44 anos, teve duas crianças registradas em seu nome. Daniel Lovi está preso desde 1º de março. O outro angolano, Álvaro Zayadiaco, também é investigado pela Polícia Federal. A polícia faz buscas em cartórios e no setor de emissão de passaportes da própria PF para confirmar a informação de registros em nome do africano.
De acordo com o relato, uma mulher recebeu R$ 250 para ir até uma unidade hospitalar e solicitar uma nova via da Declaração de Nascido Vivo (DNV) das crianças. A mulher é mãe e tem filhos com a idade semelhante à criança que Zayadiaco teria registrado como pai. PF investiga envio de crianças ao exterior (Foto: Infográfico: Igor Estrella/G1)

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