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sexta-feira, 9 de março de 2018

O caso do garoto em Teresópolis (RJ),que morreu de febre amarela mesmo já tendo tomado a vacina há cinco anos, e o do vigilante no Distrito Federal, que morreu apesar de ter sido imunizado duas vezes (em 2000 e em 2011) são incomuns, garantem especialistas e a Fiocruz. Os casos caem na chamada "falha vacinal", situação especial que pode ocorrer em qualquer vacina, diz Biomanguinhos, laboratório público ligado à Fiocruz que fabrica a vacina no Brasil. Há dois tipos importantes de falhas vacinais: quando a pessoa desenvolve uma reação à vacina, que pode ser uma forma da doença contra a qual ela deveria imunizar.quando indivíduo contrai a infecção porque a vacina acabou não funcionando. Reação O primeiro tipo de falha tem ocorrido especialmente em idosos, que tomam a vacina de febre amarela sem saber que o imunizante é contraindicado para pessoas acima de 59 anos. Indivíduos acima dessa idade e com comprometimento do sistema imune devem consultar o médico antes de tomar a vacina. Esse cuidado é particularmente importante porque a vacina ativa o sistema imunológico com um vírus enfraquecido. O objetivo é apenas "acordar" as defesas do organismo para o caso de uma infecção por um "vírus forte" acontecer depois. No entanto, uma pessoa saudável que tomou a vacina vai desenvolver defesas contra o contágio; mas indivíduos debilitados podem desenvolver um quadro semelhante ao da doença.


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